Meus irmãos calvinistas do blog estão redigindo textos, digamos, educativos! Bem, eu estou meio que fora deste barco até agora. Mas se vamos remar para o mesmo lado, creio que me cabe também redigir algo neste sentido. Assim, mesmo que eu não tenha andado sobre as águas para alcançá-los, hei de fazer companhia a eles no mesmo barco!
O texto a seguir foi originalmente escrito como parte da minha monografia de conclusão do curso de Teologia e já havia sido publicado no meu blog por ocasião da Semana Calvino (ver aqui).
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Apesar de ser muitas vezes confundido como um aspecto confessional, especialmente ligado aos presbiterianos e à Confissão de Fé de Westminster, o Calvinismo vai muito além de uma confissão denominacional, representando, antes de qualquer coisa, o sistema teológico adotado pelas Igrejas Reformadas, além de ser adotado por muitos outros teólogos de outras denominações, que expõe e trata cada assunto relevante em teologia, formando um corpo completo e abrangente.
Deve ficar claro que, ao se falar em Igrejas Reformadas, está-se opondo três grandes movimentos e expressões que surgiram historicamente da Reforma, a saber: o Luteranismo, o Anabatismo, e o Calvinismo. Sem entrar em discussões a respeito de detalhes históricos, para o propósito deste estudo basta reconhecer que as Igrejas Reformadas são aquelas que adotam a expressão cristã dada pelo último destes três sistemas. Isto é o que é chamado aqui de Teologia Reformada.
Além das Institutas da Religião Cristã de João Calvino, as Igrejas Reformadas adotam alguns símbolos de fé e padrões doutrinários, destacando-se a Confissão Belga (1561), o Catecismo de Heildelberg (1563), osCânones de Dort (1619) e a Confissão de Fé e Catecismos de Westminister (1649). Entre estes símbolos, o de maior relevância aqui são os Cânones de Dort, onde são expostas as doutrinas específicas que são distintivas do Calvinismo, comumente chamados de “Cinco Pontos do Calvinismo”.
Os Cinco Pontos são a resposta das Igrejas Reformadas às alegações de Armínio, principalmente quanto à eleição e à predestinação. No entanto, não se deve reduzir o Calvinismo à simplesmente doutrina da predestinação. Mais que isso, se há alguma doutrina que seja a ênfase deste sistema teológico, esta é a doutrina da soberania de Deus, doutrina da qual eleição e predestinação são apenas um aspecto. Reduzir o Calvinismo aos Cinco Pontos significa negar o que ele realmente é: um abrangente sistema teológico. As últimas edições das Institutas (1559 – 1560), por exemplo, são compostas de quatro livros com um total de oitenta capítulos. De fato, em relação à obra de Calvino, de acordo com Gonzáles:
O primeiro livro trata sobre Deus e sua revelação, assim como da criação e da natureza do ser humano, porém sem incluir a queda e a salvação. O segundo livro trata sobre Deus como redentor e o modo em que se nos dá a conhecer primeiramente no Antigo Testamento, e depois em Jesus Cristo. O terceiro livro trata sobre como, pelo Espírito, podemos participar da graça de Jesus Cristo e dos frutos que Ele produz. Por último, o quarto livro trata dos ‘meios externos’ para essa participação, isto é, fala-nos sobre a igreja e os sacramentos. Por toda obra se manifesta um conhecimento profundo, não só das Escrituras, mas também de antigos escritores cristãos, particularmente Santo Agostinho, e as controvérsias teológicas do século XVI. Sem dúvida alguma, esta foi a obra-prima de teologia sistemática protestante em todo esse século.[1]
Ou ainda, de acordo com Green, um historiador católico:
O Calvinismo foi a base dos movimentos protestantes em França, em Genebra, na Escócia, e na Holanda, e uma influência importante na Alemanha e na Inglaterra, e mais especialmente nas colônias que os Puritanos emigrados fundaram na América no século XVII. A força deste movimento nasceu da excelência da sua organização e da imponente majestade de sua teologia.[2]
Portanto, desde Calvino e passando por todos os pensadores reformados, a Teologia Calvinista não se resume de forma alguma aos Cinco Pontos. Por outro lado, porém, sem dúvida eles resumem o que diferencia este sistema teológico em relação a outros. Isto justifica sua utilização para uma exposição das suas doutrinas distintivas.
1. Um pouco de História
1.1. O Arminianismo e os Gomaristas
Armínio foi um teólogo e ministro da Igreja Reformada em Amsterdã, na Holanda, tendo sido também professor da Universidade de Leiden. Ao publicar uma tese sobre a eleição divina, afirmou que o decreto eterno de Deus significa que Deus antevê os que aceitarão a Cristo e então os elege para a vida eterna. Contra estas idéias, ergueu-se Franciscus Gomarus, ou Gomaro, insistindo na doutrina da predestinação incondicional, em que Deus escolhe soberanamente aqueles que receberão a vida eterna, enquanto os demais permanecem perdidos. Ambos levantaram seguidores e a controvérsia não ficou restrita ao ambiente acadêmico, chegando mesmo a tomar proporções nacionais.
Após a morte de Armínio, em 1609, seus seguidores publicaram a Remonstrance (ou seja, o protesto) expondo em cinco pontos a doutrina arminiana: “1) Deus elegeu os que creriam; 2) o sacrifício de Cristo é para todos, mas somente o crente o recebe; 3) a fé é um dom da graça de Deus; 4) esta graça, porém, pode ser rejeitada; 5) também crentes podem causar a própria perdição”.[3] Os Gomaristas, por sua vez, também publicaram um documento combatendo o protesto arminiano. Para resolver a questão, os Estados Gerais convocaram um sínodo nacional, a ser reunido na cidade de Dort (ou Dordrecht), a fim de examinar os pontos de vista de Armínio à luz das Escrituras.
1.2. O Sínodo de Dort
No dia 13 de novembro de 1618 teve início o Sínodo de Dort, que teve 154 sessões em praticamente sete meses de duração. O sínodo contou com 84 membros e 18 representantes seculares, sendo que entre eles havia delegados da Alemanha, Suíça, Inglaterra e de outros países da Europa.
Treze teólogos arminianos foram chamados a defender sua doutrina. Como se recusassem a expor claramente sua posição por considerar que o sínodo não se constituía em um tribunal para se discutir questões doutrinárias, esses teólogos foram dispensados. Os trabalhos prosseguiram pela análise dos textos escritos pelos defensores do arminianismo à luz do ensino das Escrituras.
Após um exame minucioso e detalhado de cada ponto da doutrina arminiana, o sínodo, de forma unânime, preparou os cânones (ou regras doutrinárias) que rejeitavam os ensinamentos arminianos como não bíblicos e, portanto, heréticos. Os Cânones de Dort foram promulgados solenemente na sessão de 6 de maio de 1619. O conteúdo dos cânones é resumido pelo que ficou conhecido como os Cinco Pontos do Calvinismo: 1) depravação total; 2) eleição incondicional; 3) expiação limitada; 4) graça irresistível; 5) perseverança dos santos.
2. As doutrinas distintivas do Calvinismo
Os Cânones de Dort se estendem por cinco capítulos (mais a conclusão), num total de 59 artigos e 34 exposições e refutações de erros. Em verdade não é um documento tão longo; por outro lado, porém, para o propósito deste estudo não é necessário que se aborde detalhadamente cada uma de suas afirmações, basta que se exponha, de forma resumida, a doutrina referente a cada um dos Cinco Pontos.
2.1. Depravação total
“Como está escrito: ‘Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer. Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam. Veneno de serpentes está em seus lábios. Suas bocas estão cheias de maldição e amargura. Seus pés são ágeis para derramar sangue; ruína e desgraça marcam os seus caminhos, e não conhecem o caminho da paz. Aos seus olhos é inútil temer a Deus’” (Rm 3.10-18).
O homem natural, devido à queda, está espiritualmente morto e é incapaz de, por si mesmo, voltar-se a Deus e crer de modo salvador no Evangelho. O pecador é insensível à graça comum e às coisas espirituais. Seu coração é enganoso e desesperadamente corrupto. Sua vontade não é livre, pois está escravizada pelo pecado, ou seja, seu livre-arbítrio tende, necessariamente, para o mal. Por isso, ele não escolherá naturalmente o bem em assuntos espirituais.
Se Deus não vier a ele, infundindo-lhe a fé salvadora e regenerando-o pela ação do Espírito que vivifica o pecador e lhe dá uma nova natureza, ele continuará morto, eternamente.
Outro textos bíblicos de apoio a esta doutrina são: Sl 51.5, Jr 13.23, Rm 7.18, I Co 2.14, Ef 1.3,12 e Cl 2.11-13.
2.2. Eleição incondicional
“Mas algum de vocês me dirá: ‘Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?’ Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Acaso aquilo que é formado pode dizer ao que o formou: ‘Por que me fizeste assim?’ O oleiro não tem direito de fazer do mesmo barro um vaso para fins nobres e outro para uso desonroso? E se Deus, querendo mostrar a sua ira e tornar conhecido o seu poder, suportou com grande paciência os vasos de sua ira, preparados para a destruição? Que dizer, se ele fez isto para tornar conhecidas as riquezas de sua glória aos vasos de sua misericórdia, que preparou de antemão para glória, ou seja, a nós, a quem também chamou, não apenas dentre os judeus, mas também dentre os gentios?” (Rm 9.19-24).
Deus elege, por graça e misericórdia, desde a eternidade, alguns pecadores para a salvação em Cristo, reprovando todos os demais, deixando-os entregues às suas próprias paixões pecaminosas e, por fim, sob a Sua justa ira, para uma punição eterna, por causa dos seus pecados.
A eleição de determinados pecadores feita por Deus não é determinada nem condicionada por qualquer qualidade ou ato previsto no homem, tais como fé ou arrependimento. Ao contrário, esses atos são o resultado e não a causa da escolha divina. É Deus quem dá a fé e o arrependimento a cada pessoa a quem escolhe baseado unicamente em Sua soberana, imutável, infinita, perfeita e sábia vontade, visando a Sua própria glória. A fé, portanto, não é algo com a qual o homem contribui para a sua salvação, mas é o dom de Deus para da salvação do pecador. Aqueles a quem Deus soberanamente elegeu, Ele os traz, através do poder do Espírito, a uma voluntária aceitação de Cristo. Assim, a salvação não é a escolha que o pecador faz de Cristo, mas a escolha que Deus faz do pecador. Deus não é limitado em Sua obra de aplicação da salvação pela vontade do homem, nem depende, para o Seu sucesso, da cooperação humana.
Textos de apoio: Ml 1.2-3, Jo 6.65, 13.18, 15.6, 17.9, At 13.48, Rm 8.29-33, 11.5-7, Ef 1.4-5, 2.8-10, II Ts 2.13, I Pe 2.8-9.
2.3. Expiação limitada (ou particular)
“Quando ele ficou sozinho, os Doze e os outros que estavam ao seu redor lhe fizeram perguntas acerca das parábolas. Ele lhes disse: ‘A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas, a fim de que, ainda que vejam, não percebam; ainda que ouçam, não entendam; de outro modo, poderiam converter-se e ser perdoados!’” (Mc 4.10-12).
“Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei. Pois desci dos céus, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.37-40).
Cristo, como representante dos eleitos, supriu a satisfação da justiça de Deus, recebendo a condenação no lugar dos Seus escolhidos, para que eles pudessem ser declarados justos pelos Seus méritos. Esta expiação é suficiente para todos os homens (o convite é universal), porém só tem sua eficácia para os eleitos de Deus (a aceitação é particular). O sacrifício substitutivo de Cristo foi feito para redimir o Seu povo, não para tentar redimi-lo, e, de fato, assegurou a redenção dos eleitos, incluindo tudo o que é necessário para a sua salvação, incluindo a fé que os une a Deus.
Textos de apoio: Jo 17.6,9-10, At 20.28, Ef 5.25, Tt 3.5.
2.4. Graça irresistível (ou chamada eficaz)
“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito. Pois aqueles que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, também chamou; aos que chamou, também justificou; aos que justificou, também glorificou” (Rm 8.28-30).
“Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo 6.37).
Além da chamada externa à salvação, que é o convite universal feito a todos que ouvem o Evangelho e que pode ser (e, efetivamente, na maioria das vezes é) rejeitado, Deus concede graça aos eleitos por uma chamada especial interna, realizada pela operação eficaz do Espírito Santo, que infalivelmente os traz à salvação. Embora o pecador possa resistir à graça de Deus, ela é infalível. A graça e a chamada de Deus sempre resultam na conversão do eleito.
Deus realiza esta obra sem coagir os eleitos. Estes têm sua disposição interna regenerada, a mente iluminada e novas capacidades são implantadas em sua natureza, de tal forma que livre e voluntária, porém também irresistivelmente venham a cooperar, a crer, a se arrepender, e a se voltar para Cristo, recebendo enfim a maravilhosa graça, e junto com ela todos os seus benefícios.
Textos de apoio: Jr 3.3, 5.24, 24.7, Ez 11.19-20, 36.26-27, I Co 4.7, II Co 5.17, Ef 1.19-20, Cl 2.13, Hb 12.2.
2.5. Perseverança dos santos
“Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês vai completá-la até o dia de Cristo Jesus” (Fp 1.6).
Não há nada no próprio homem que assegure que ele permanecerá fiel e obediente a Deus. Porém, a obra que o Espírito Santo iniciou nos escolhidos será completada. É pela fidelidade de Deus, e não do homem, que o eleito é mantido no caminho da fé. É pelo soberano poder do Todo-Poderoso, em amor e santidade, que os Seus eleitos perseveram em estado de graça até o fim.
Os apóstatas jamais foram efetivamente regenerados, nunca foram realmente convertidos.
Textos de apoio: Is 54.10, Jo 6.51, Rm 5.8-10, 8.28,32,34-39, 11.29, II Ts 3.3, Hb 7.25.
3. Um acréscimo aos Cinco Pontos: a soberania de Deus
“Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.2).
“Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas” (Rm 11.36a).
Como foi afirmado no início deste capítulo, o Calvinismo não pode ser resumido aos Cinco Pontos. E, talvez, a doutrina de maior relevância deste sistema teológico seja a da soberania de Deus. Um outro símbolo das Igrejas Reformadas, a Confissão de Fé de Westminster, assim afirma a sua crença na providência divina:
Pela mui sábia providência, segundo a sua infalível presciência e o livre e imutável conselho de sua própria vontade, Deus, o grande Criador de todas as coisas, para o louvor de sua sabedoria, poder, justiça, bondade e misericórdia, sustenta, dirige, dispõe e governa todas as criaturas, todas as ações delas e todas as coisas, desde a maior até a menor.[4]
Ou ainda, de acordo com a Confissão Belga:
Cremos que o bom Deus, depois de ter criado todas as coisas, não as abandonou, nem as entregou ao acaso ou à sorte, mas as dirige e governa conforme sua santa vontade e de tal maneira que neste mundo nada acontece sem sua determinação.[5]
O próprio Calvino, nas Institutas, argumenta que não há qualquer acaso ou qualquer outro poder que esteja agindo no mundo criado. É Deus mesmo, em sua onipotência e de acordo com o conselho de Sua vontade, que mantém e governa a ordem criada de forma vigilante, eficaz e sempre ativa, de tal forma que nada ocorre sem que ele o tenha decretado.[6]
O Calvinismo sustenta a fé no poder infinito de Deus para fazer cumprir os Seus desígnios, que são sábios, justos e bons, de acordo com a própria natureza do Todo Poderoso. É esta forte e inabalável fé que caracteriza todo o pensamento calvinista. É esta doutrina da soberania do Deus Criador sobre todo o mundo criado que é a base e a fonte de outras doutrinas. O centro nevrálgico do sistema teológico calvinista é, portanto, a soberania de Deus, não a predestinação, como é comum se afirmar, e todo o corpo doutrinário calvinista deve ser interpretado a partir desta premissa. E, por fim e inevitavelmente, os desígnios divinos resultam em glória e louvor ao próprio Criador. Por isso, o hino calvinista de louvor a Deus é:
“Ó profundidade da riqueza da sabedoria e do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos! Quem conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Quem primeiro lhe deu, para que ele o recompense? Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém” (Rm 11.33-36).
[1] GONZÁLEZ, Justo L. Uma história ilustrada do cristianismo: a era dos reformadores. São Paulo: Vida Nova, 1995. p. 111-112.
[2] GREEN, V.H.H. Renascimento e Reforma. 4. ed. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1984. p. 194.
[3] OS CÂNONES DE DORT. São Paulo: Cultura Cristã, s/d. Além desta citação literal, grande parte deste item, assim como do seguinte, se baseia na introdução histórica desta fonte e também em FEINBERG, J. et al. Predestinação e livre-arbítrio.
[4] CONFISSÃO DE FÉ DE WESTMINSTER. 17. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2005. Capítulo V, Seção I.
[5] CONFISSÃO BELGA E CATECISMO DE HEILDELBERG. 2. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2005. Artigo 13 (parte inicial) da Confissão.
[6] AS INSTITUTAS, Livro I, Capítulo XVI.
Roberto Vargas Jr. é editor do blog homônimo e escreve às sextas-feiras no 5 Calvinistas.

2 comentários:
Prezado pastor Roberto,
Quais seriam os requisitos divinos para predestinar uns e não de outros a salvação? Se alguém não está predestinado, que diferença fará a sua oração na vida dele para que venha a converter-se e receber a salvação?
Que Deus lhe abençoe.
Roberto,
Ótimo resumo...minha série de posts ficou até meio desnecessária, rs.
De fato, o mais importante não é a TULIP, como muitos pensam, mas sim a soberania de Deus no governo de Sua criação.
Abraços!
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